Resultados de investigação

Resultados Científicos, de Transferência de Conhecimento e de Desenvolvimento

-Elaboração do modelo concetual e técnico do projeto divulgado na página web do projeto (cf. https://cpis.utad.pt/ ) e publicado de forma pormenorizada em:

ARTIGOS CIENTÍFICOS

-Pereiro, X. (2017): “Turiperegrinos portugueses no Caminho Português Interior de Santiago de Compostela”, em Revista Turismo e Desenvolvimento -  Journal of Tourism and Development, vol. 27/28, pp. 413-423. ISSN: 1645-9261; e-ISSN: 2182-1453. Online em: http://revistas.ua.pt/index.php/rtd/article/view/6816/5325

-Pereiro, Xerardo (2019): “Turismo y peregrinación, dos caras de la misma moneda: El  Camino Portugués Interior de Santiago de Compostela”, em Cuadernos de Turismo vol.  , nº , pp.  (em processo de publicação). ISSN:1695-9752. Online em: http://revistas.um.es/turismo

-Gomes, Carlos; Losada, Nieves e Pereiro, Xerardo (2019): “Motivations of pilgrims in the Portuguese Inner Way to Santiago de Compostela”, em International Journal of Religious Tourism and Pilgrimage, vol.   , pp. (em processo de publicação). ISSN: 2009-7379. Online em: https://arrow.dit.ie/ijrtp/

CRÓNICA DE EVENTOS

-Pereiro, Xerardo (2019): “Museus, entografia e antropologia”, em A Trabe de Ouro – Publicación galega de pensamento crítico, vol. 109, pp. 75-82. ISSN: 1130-2674

-Pereiro, Xerardo (2019): “Repensar a Ibéria – Seminário Internacional de Casa de Mateus” (em processo de publicação).

-Gomes, Carlos e Alves, Artur (2018): Recomendações para caminhar pelo CPIS. Vila Real: UTAD. Online em: https://cpis.utad.pt/resultados-de-investigacao/

CAPÍTULOS DE LIVROS

-Pereiro, Xerardo (2018): “Ancient ways, new cultural tourism routes: The Inner Portuguese Way to Santiago de Compostela”, em Gómez Pellón, Eloy (ed.):  Rural Worlds, Social Sustainability and Local Landscapes in Globalisation Era. Case Studies in Southern Europe. Iruña: Thompson Reuters – Aranzadi, pp.     289-315. ISBN: 978-84-9177-067-1.

-Pereiro, Xerardo e Gómez-Ullate, Martín (2019): “Pilgrimage Tourism and Cultural Route Team Ethnographies in the Iberian Peninsula: A Collaborative Study”, em  Andrews, Hazel; Dixon, Laura e  Jimura, Takamitsu (eds.): Tourism Ethnographies. London: Routledge:    pp.   ; ISBN:       (em proceso de publicação).

LIVROS

-Pereiro, Xerardo e Fernandes, Filipa (2018): Antropologia e turismo. Teorias, métodos, praxis. La Laguna (Tenerife): PASOS (ISBN – ebook: 978-84-88429-36-0). Online em http://www.pasosonline.org/en/collections/pasos-edits/151-numero-20-antropologia-e-turismo

-Rodrigues Santana, Maria Olinda (2018): Edição e estudo dum diário de turiperegrinações ao Santuário de Fátima (1938-1973). Vila Real: UTAD. ISBN: 978-972-8546-75-5.

-Pereiro, Xerardo e Bento, Ricardo (2019): O Caminho Português Interior de Santiago de Compostela. La Laguna: PASOS Edita, E-book em processo de publicação em http://www.pasosonline.org/es/

RECENSÕES DE PUBLICAÇÕES

-Gomes, C. (2018): Recensão de Halbwachs, Maurice: Los orígenes del sentimiento religioso según Durkheim – Introducción a la sociologia de la religión de Émile Durkheim, Madrid, Dado Ediciones, 2017 (or. 1915), 189 pp. ISBN: 9788494507236. Recensão submetida à Revista Análise Social (Scopus).

ORIENTAÇÃO DE TESES DE DOUTORAMENTO

-Orientação de tese doutoral em “Desenvolvimento, Sociedades e Territórios”, na UTAD, do aluno Raphael Marinho. Tema: “O Caminho Português Interior de Santiago de Compostela”.

-Ajuda na elaboração do projeto da tese doutoral do aluno Pedro Azevedo, que foi aprovado pela FCT de Portugal, para investigar os processos de patrimonialização dos caminhos de Santiago de Compostela em Trás-os-Montes e Alto Douro.

TRABALHO DE CAMPO

Percorridos a pé e em bicicleta o CPIS (Camino Português Interior de Santiago de Compostela, Viseu - Vila Real – Chaves - Verín) e a Via da Plata (Chaves – Verín – Ourense…). Gravação audiovisual dos percursos em bicicleta para georreferenciação e colocação no nosso portal web e nas páginas web oficiais dos municípios do CPIS, de forma a informar o potencial peregrino e antecipar a sua experiência no CPIS.

  • Colaboração com a equipa do CSIC-INCIPIT (Santiago de Compostela), para trabalhar no outro lado da fronteira e intercambiar informação.
  • Divulgação do CPIS (folhetos e outras formas de comunicação), nos albergues do Caminho Francês de Santiago de Compostela, nos albergues da Via da Prata na Galiza, e na Oficina de Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) em Santiago de Compostela.
  • Colaboração com os municípios por onde passa o CPIS, especialmente com Vila Pouca de Aguiar, Castro Daire e Chaves.
  • Reunião em Chaves com todos os técnicos de turismo e património cultural implicados no projeto CPIS.
  • Realização de duas caminhadas e colóquios públicos: a) uma em 24 de maio de 2018 (Vila Real – Escariz), com alunos da licenciatura em turismo da UTAD, caminheiros da Associação de Caminheiros de Vila Real, Régua e outros, a Câmara Municipal de Vila Real e a AEPGA com 4 burros mirandeses (para promoção e divulgação do CPIS), etc.; b) outra em 16 de julho de 2018, no âmbito do curso de verão da Cátedra UNESCO de la UTAD, e com participacião de nacionais e estrangeiros.
  • Contacto com as escolas primárias e secundarias de Vila Real para trabalhar ao redor da temática do património cultural jacobeo.
  • Elaboração da página web de divulgação do projeto CPIS e seus resultados: https://cpis.utad.pt/
  • Mapeamento e georrefenciação com SIG dos patrimónios culturais da rota, a publicar na web: https://cpis.utad.pt/
  • Análise do perfil dos peregrinos estrangeiros do CPIS.

PARTICIPAÇÃO EM CONGRESSOS E REUNIÕES CIENTÍFICAS

-Pereiro, X. (2017): “Turiperegrinação no Caminho Português Interior de Santiago de Compostela”, em XII Encontros da Primavera – Fazer Antropologia, organizado por Humberto Martins (UTAD – CETRAD e CRIA), Picote (Miranda do Douro – Portugal), 2-4 de junho de 2017. Palestrante convidado.

-Pereiro, X. e Gómez-Ullate, M. (2017): “Rotas turístico-culturais e novas paisagens rurais. Exemplos a partir do Caminho Português Interior de Santiago de Compostela”, em Santamarina, Beatriz (coord.): Atas do XIV Congresso de Antropologia da FAAEE (Federação de Associações de Antropologia do Estado Espanhol). Universitat de Valencia, de 5 a 8 de setembro de 2017.  Valencia: Universidade de Valencia, pp. 1671-1685. ISBN: 978-84-9133-096-6. Online em http://congresoantropologiavalencia.com/wp-content/uploads/2017/09/XIV-Congreso-Antropologia-PRE-PRINT.pdf

-Pereiro, X. (2017): “Rotas turístico-culturais e novas paisagens rurais. Exemplos a partir do Caminho Português Interior de Santiago de Compostela”, em XIV Congresso de Antropologia da FAAEE (Federação de Associações de Antropologia do Estado Espanhol), organizado pela Universitat de Valencia, Valencia, 5-8 de setembro de 2017. Comunicação em simpósio.

-Pereiro, X. (2017): “Touripilgrimage in the Portuguese Inside Way to Santiago de Compostela”, em ATLAS Annual Conference 2017, Destinations past, presente and future, organizado pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 12-15 de setembro de 2017. Comunicação em conferência.

-Pereiro, X. (2017): “Turiperegrinação no Caminho Português Interior de Santiago de Compostela”, em Congresso Casa Nobre, Arcos de Valdevez, 1 de dezembro de 2017. Palestrante convidado.

-Pereiro, X. (2017): “Turiperegrinação no Caminho Português Interior de Santiago de Compostela”, em Congresso Casa Nobre, Arcos de Valdevez, 1 de dezembro de 2017. Palestrante convidado.

-Pereiro, X. (2018): “Os significados da turiperegrinação no Caminho Português Interior de Santiago de Compostela”, no Seminário “Valorização e Dinamização do Caminho Português Interior de Santiago de Compostela”, organizado pelo Município de Castro Daire em 25 de março de 2017. Palestrante convidado.

-Pereiro, X. (2018): “Touripilgrimage in the Portuguese Inside Way to Santiago de Compostela”, em 56 Congresso Internacional de Americanistas (ICA), Universidade de Salamanca, de 15 a 20 de julho de 2018. Comunicação em simpósio.

-Gomes, C.; Losada, N.; Pereiro, X. (2018): Motivations of pilgrims in the Portuguese Inner Way to Santiago de Compostela, em 10th International Religious Tourism and Pilgrimage Annual Conference, which takes place in the University of Santiago de Compostela, Spain from 27-30 June 2018.

PARTICIPAÇÃO EM JÚRIS DE DOUTORAMENTO

25 de julho de 2017: Membro do júri da tese de doutoramento em antropologia de Leandro Eustáquio Gomes intitulada “Os Caminhos Portugueses a Santiago de Compostela. O Património em Processo”, na Universidade de Coimbra. Orientador: Fernando Florêncio.

ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS

-Co-organizador, junto com Santiago Prado Conde, do Colóquio e abertura de exposição “O Caminho Português Interior de Santiago de Compostela”, organizado pelo CETRAD e o Município de Melide (Galiza), em Melide (Galiza), em 27 de julho de 2018.

-2018 (agosto): “Turiperegrinação no Caminho Português Interior de Santiago de Compostela”, na Casa de Cultura de Melide (Galiza), exposição enquadrada no âmbito do projeto Geoarpad. Ver: https://cpis.utad.pt/

-Gomes, C.; Losada, N.; Pereiro, X. (2018): Motivations of pilgrims in the Portuguese Inner Way to Santiago de Compostela, em 10th International Religious Tourism and Pilgrimage Annual Conference, which takes place in the University of Santiago de Compostela, Spain from 27-30 June 2018.
-Pereiro, Xerardo (coord.) (2018): Encontro científico e apresentação de resultados do projeto Geoarpad – CPIS, UTAD, 10 de janeiro de 2019. Ver: https://www.cetrad.utad.pt/listevento/98

CO-INVESTIGAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO

  • Elaboração de fichas de análise dos patrimónios culturais do CPIS.
  • Criação do DROPBOX do projeto e partilhar materiais com a rede de investigadores do projeto.
  • Reuniões da equipa de investigação e desenho de investigação aplicada.
  • Analisámos o perfil dos turiperegrinos, especialmente dos portugueses, do “Caminho Português Interior de Santiago de Compostela (CPIS);
  • Realizamos de trabalho de campo e observação participante no CPIS, percorrendo a pé e em bicicleta (com gravação audiovisual);
  • Comparação do CPIS com a Via da Prata na Galiza;
  • Realizamos um inventario dos patrimónios culturais materiais e imateriais do CPIS;
  • Mapeamento com SIG (Sistemas de Informação Geográfica) e georreferenciamos os principais recursos patrimoniais e bens culturais do CPIS, contribuindo para a criação da plataforma digital para recolha de dados patrimoniais;
  • Preparamos um plano estratégico de comunicação e marketing do CPIS;
  • Descrevemos audio visualmente o CPIS, para a criação de produtos de realidade virtual e aumentada;
  • Organizamos alguns seminários, e participamos em encontros científicos e outras actividades de divulgação.
  • Construímos una base documental e histórica do CPIS;
  • Contribuir para o catálogo arqueológico de elementos de cultura material do CPIS;
  • Realização de um inventario de elementos patrimoniais naturais do CPIS.
  • Inventário do património religioso jacobeo do CPIS.
  • Revisão da literatura científica.
  • Conceção de técnicas de investigação de campo com metodologias qualitativas e quantitativas.
  • Elaboração do plano de comunicação do subprojeto.
  • Criação da mailinlist do projeto para melhor comunicação entre os investigadores.
  • Reuniões com os municípios por onde passa a rota.
  • Assinatura do protocolo com a Federação Europeia dos Caminhos de Santiago.
  • Contratação de 2 bolseiros para a realização de actividades do projeto.
  • Desenho e elaboração de web di subprojeto CPIS e ancoragem no domínio da UTAD para garantir a sustentabilidade do projeto: https://cpis.utad.pt/
  • Participação em congressos nacionais e internacionais.
  • Publicação de artigos científicos em revistas internacionais e capítulos de livros.
  • Organização de um seminário sobre o CPIS, em Melide, Galiza, julho de 2018.
  • Organização de uma exposição sobre o CPIS, em Melide, Galiza, julho – agosto de 2018.
  • Visita de estudo em torno do CPIS Vila Real – Chaves, no contexto de um curso de verão da Cátedra UNESCO da UTAD.

 

RECOMENDAÇÕES PARA CAMINHAR PELO CPIS (CAMINHO PORTUGUÊS INTERIOR DE SANTIAGO DE COMPOSTELA)

  1. A título de prevenção, visite o seu médico e verifique o seu estado de saúde geral.
  2. Caminhe regularmente algumas semanas antes de iniciar o caminho, como forma de preparação física e mental. Vá aumentando, gradualmente, as distâncias como forma de tonificar e conferir elasticidade aos músculos das pernas, tronco e pescoço. Introduza nas caminhadas de preparação uma mochila com o peso expectável a transportar no caminho.
  3. Cuidar os pés e as unhas antes da caminhada. Sugere-se que as unhas sejam cortadas de forma reta, possibilitando, desta forma, uma barreira de proteção aos dedos. Os pés devem estar bem hidratados/lubrificados para reduzir a fricção/atrito, diminuindo, assim, a probabilidade de criação de bolhas.
  4. Levar sapatilhas/botas desportivas de caminhadas (trekking, travessias…) confortáveis, leves e impermeáveis (ex. Gore-tex, Novadry…). Recomenda-se um número acima do habitual (os pés vão inchar), bem usadas (de forma a que os pés já estejam adaptados), nunca inicie o caminho com calçado por estrear.
  5. Uns chinelos ou sandálias são calçado essencial para os momentos de descanso dos pés, no final das etapas. Se possível (nestes momentos) mantenha as pernas ligeiramente levantadas.
  6. As bolhas devem ser drenadas com recurso a um alfinete/agulha esterilizada (bom recurso é a cauterização da agulha com recurso ao fogo), sem remover a pele!!!! Volte a hidratar os pés. Leve analgésicos (por precaução), no entanto, cuidado que o seu uso pode “mascarar” uma possível lesão que será agravada pelos movimentos repetitivos sob o efeito de um analgésico.
  7. Usar meias especiais para caminhadas (ex. de algodão; sem costuras). Como dica, e de forma a reduzir a fricção das costuras nos pés, pode virar as meias do avesso.
  8. Usar colete refletor para se tornar visível no caminho.
  9. Optar por roupa confortável para caminhar. O vestuário deve estar adaptado às condições climatéricas, devendo transportar, sempre, por precaução, uma capa impermeável. Sugestão: umas calças (um cinto pode dar jeito para outras situações, também) com pernas removíveis (para se transformar em calções) de tecido leve e de fácil secagem; 2 t-shirt’s de caminhada (tecido leve, transpirável e de secagem rápida); 2/3 pares de roupa interior; um casaco leve e impermeável; 1 t-shirt/camisola para dormir; 1 calções/calças de algodão para dormir.
  10. Levar itens de higiene pessoal em doses adaptadas às etapas a realizar (evite o excesso de peso). Reserve algum sabão para (eventualmente) utilizar na lavagem da sua roupa.
  11. Levar chapéu, gorro, boné ou boina, para proteção do sol ou chuva, assim como protetor solar (apesar do CPIS serpentear por bosques frescos e luxuriantes atravessa, igualmente, zonas descampadas e passiveis de altos índices de radiação ultra-violeta).
  12. Use um/dois bastão/bordão para auxílio à marcha, caso ache necessário.
  13. O peso da mochila deve representar 10% do seu peso (ex: se pesa 70 kg, a mochila não deve ultrapassar os 7 kg). Opte por colocar na mochila o indispensável e aquando da caminhada ajuste-a muito bem ao seu corpo para que o peso esteja uniformemente distribuído. As melhores mochilas - para reduzir o impacto do peso no corpo do caminhante - tendem a ser aquelas que têm uma estrutura rígida na secção das costas e cintas ajustáveis no peito e abdómen.
  14. Levar água e frutos secos (ex. nozes, amêndoas, amendoins). A título de sugestão, estes dois itens são ótimos como recurso de emergência a ter sempre na mochila! Os restantes itens alimentares ficam, obviamente, ao seu critério. Lembre-se…procure uma boa relação entre peso (do item) – potencial energético! NOTA: apesar de o CPIS dispor de inúmeras fontes de água potável ao longo das diferentes etapas, leve sempre água em quantidades generosas e hidrate-se regularmente!
  15. A única pegada que o peregrino/caminhante deve deixar por onde passa é a dos seus pés/calçado. O seu lixo deve viajar consigo até encontrar o respetivo local de depósito!
  16. Levar saco cama, toalha e almofada (há albergues que dispõem destes utensílios, contudo, outros não). Pode, ainda, levar uma capa impermeável para a mochila.
  17. Levar telemóvel com bateria carregada (e respetivo carregador) e/ou máquina fotográfica.
  18. Levar a aplicação wikiloc instalada no telemóvel e gravar o percurso.
  19. Levar cartão de cidadão e alguns euros.
  20. Levar uma navalha, uma lanterna e fogo (isqueiro protege-se melhor da humidade).
  21. Levar credencial de peregrino (elemento imprescindível de acesso aos albergues).
  22. Caminhar em fila indiana em lugares com muito trânsito.
  23. Tomar um pequeno-almoço nutritivo antes da caminhada (fruta, sumos, cereais, pão...).
  24. Fazer alongamentos das articulações corporais antes do início, e no fim, da etapa.
  25. Caminhar pela berma, pela esquerda, e não pelo meio da estrada (quando utilizada por veículos motorizados).
  26. Tomar especiais cuidados e atenção ao atravessar as vias.
  27. Inicie a caminhada com um ritmo suave que permita o aquecimento, gradual, dos músculos e depois mantenha um ritmo contínuo e regular.
  28. De 2 em 2 horas (ou menos – 1 em 1h) faça paragens de, pelo menos, 10 minutos para descansar, nutrir e hidratar (também essencial para evitar cãibras musculares). Depois da refeição principal da etapa (almoço) faça uma pausa de 2 horas e descanse os pés (coloque-os mais altos que a cabeça).
  29. Organize o caminho em etapas facilmente executáveis – normalmente, os albergues estão localizados em intervalos de 25/35 km de distância.
  30. Nos dias mais quentes, evite as horas de maior calor para caminhar. Comece a etapa de manhã cedo.
  31. Por fim, mas não menos importante, aproveite para desconectar do quotidiano – terrivelmente acelerado -, para reduzir ao máximo o uso da tecnologia e aumentar ao máximo a conexão com a natureza que o rodeia (que no CPIS chega a ser estonteante). Aproveite para desfrutar do contacto com as populações ao longo do CPIS, da gastronomia das regiões que atravessa, aprecie o património material e imaterial com o qual se vai deparar. Observe “pequenos” aspetos que compõem a identidade deste Caminho e saiba organizar-se e aprender com esses aspetos únicos que o CPIS tem para lhe oferecer. Mantenha-se aberto e recetivo à diferença, absorva, mas, também, deixe de si por onde passa!